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Círio Pascal

da família

7° Meditação

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ROTEIRO PARA TODOS OS DOMINGOS
 

  1. Refrão para acender o Círio

Cristo ressuscitou, aleluia!
Venceu a morte com amor!
Cristo ressuscitou, aleluia!
Venceu a morte com amor!
Aleluia!

Tendo vencido a morte, o senhor ficará
para sempre entre nós
para manter viva a chama do amor
que reside em cada cristão a caminho do pai.

    2. Sinal da Cruz e Oração ao Cristo Ressuscitado

 

Leitor: Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Todos: Amém.

Todos: Ó Jesus Ressuscitado, o caminho, a verdade e a vida, fazei-nos fiéis seguidores de vossa Ressurreição.
Concedei que sejamos interiormente renovados, morrendo para nós mesmos para que possais viver em nós.
Possam nossas vidas servir de sinal do poder transformador de vosso amor.
Usai-nos, como instrumentos, para a renovação da sociedade, levando vossa vida e amor a todas as pessoas, conduzindo-as à vossa Igreja.
Isto vos pedimos, Senhor Jesus, que viveis e reinais com o Pai, na unidade do Espírito Santo, Deus para sempre.

  1. Leitura do Evangelho do Dia

  2. Meditação (para cada Domingo)

  3. Antífona Regina Caeli

Regina Caeli

Regina caeli laetare, Alleluia,
Quia quem meruisti portare, Alleluia,
Resurrexit sicut dixit, Alleluia.
Ora pro nobis Deum. Alleluia.

Rainha Do Céu

Rainha do céu, rejubila-te, Aleluia,
Àquele merecestes trazer consigo, Aleluia,
Ressuscitou, como disse, Aleluia.
Roga a Deus por nós, Aleluia.

VII DOMINGO DA PÁSCOA

Anúncio do Evangelho o (Mc 16,15-20)

Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, 15e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! 16Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. 17Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; 18se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”. 19Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus. 20Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam.

(silêncio para meditação pessoal)

MEDITAÇÃO

O último mandamento e os milagres da obediência

Leitor 1: : Mesmo passando quarenta dias em presença do Ressuscitado, havia ainda qualquer vestígio de incredulidade entre eles (cf v. 14) a qual se justificarão com as palavras que faziam uma interpolação em manuscritos antigos do quarto Evangelho: “E estes se defendiam dizendo: este século de iniquidade e incredulidade está sob o domínio de Satanás, que impede a quem está sob o jugo dos espíritos impuros de acolher a verdade e o poder de Deus. Revela, pois, desde agora a tua justiça”. É isto que diziam a Cristo e o Cristo respondeu a eles: “A medida dos anos de domínio de Satanás é terminada. Mas se aproximam outros fatos terríveis, mesmo sobre aqueles pelos quais os seus pecados eu fui entregue a morte, para que se convertam e não pequem mais, a fim de que herdem a glória da justiça, esta glória espiritual e incorruptível que está no céu. Mas ide...” (apud. R. Pesch. Il Vangelo di Marco. Parte Seconda. Paideia: Brescia, s/d).


Leitor 2: A Solenidade da Ascensão do Senhor nos coloca diante de duas realidades entrelaçadas: a glorificação do Senhor e o mandato missionário feito aos discípulos. Toda limitação dos discípulos, mesmo à essa altura da missão terrena de Jesus, isto é, ao seu término, longe de representar qualquer tipo de falimento, mostra a necessidade que tinham das graças daquele momento em que Nosso Senhor sobre aos céus, a começar pela força de suas palavras.

Leitor 3:  Na missão durante o ministério público se insistiu na virtude dos enviados, aqui se ressaltam os sinais. Estes sinais são expressão da onipotência da fé – tudo é possível ao que crê. O crente age em Deus e Deus através dele. Segundo São Marcos, são cinco os sinais, que perpassarão os “atos dos apóstolos” – não somente no livro do Novo Testamento, também este, mas a ação dos apóstolos no decorrer de toda a história, do início ao fim. Vejamos cada um.


Leitor 1: : Expulsar demônios em nome do Senhor Ressuscitado (At 5,16; 8,7; 16,18). R. Pesch (op. cit. p. 807) afirma que o cristianismo das origens é um “movimento exorcístico”. E, de fato, assim devia ser (cf 1Jo 3,8) se levarmos em conta a idolatria pagã e os demônios que se escondiam atrás de determinadas entidades e falsas religiões e ritos e, igualmente a quantidade de pessoas possuídas ou oprimidas pelos demônios como se pode notar nos próprios Evangelhos.


Leitor 2: Falar novas línguas (At 2,4.11; 10,46; 19,6; cf 1Cor 14,2-10). São Marcos conhece o batismo no Espírito Santo (cf 1,8) e as manifestações carismáticas no seio das primeiras comunidades cristãs, principalmente tendo sido ele companheiro de São Paulo por um período. E no texto evangélico o verbo ‘falar’ (laléo) é acompanhado das palavras ‘línguas novas’ (glóssais kainais) cuja tradução literal seria algo como uma “linguagem particularíssima”, isto é, um modo novo de louvar a Deus e falar dos seus mistérios, um fenômeno quase místico, um modo muito próprio de exprimir-se da fé cristã.

Leitor 3: Pegarão em serpentes (cf Sl 90,13). Trata-se antes de tudo da ascendência dos cristãos sobre as forças demoníacas. Jesus já havia prometido aos discípulos: “Eu vos dei o poder de pisar em cobras e escorpiões, e sobre toda a força do inimigo. Nada vos poderá fazer mal (Lc 10,19).

Leitor 1: (Caso!) bebam veneno mortal, não sofrerão mal algum. O sinal anterior chama o próximo: o veneno. Há vários episódios a este respeito na História da Igreja afora (veja-se a vida de São Bento Abade). Um há de muito pertinente referido ao Apóstolo São João que posto a prova por Domiciano assim declarou: “No Teu nome, Jesus Cristo, Filho de Deus, eu bebo desde copo” – que na ocasião continha veneno. O que recorda a importância de recorrer a Deus no momento da perseguição com confiança e de abençoar, sempre, no Nome do Senhor, todos os alimentos.

Leitor 2: Impor as mãos nos doentes e curá-los. (At 4,30; 9,12.17; 28,8; cf 1Tm 4,14; Tg 5,14-15). Esse gesto traz suas raízes no que Jesus mesmo fazia, como no caso da filha de Jairo (5,23), do surdo-mudo (7,32), do cego de Betsaida (8,23.25), das crianças (10,16). Todavia há que se distinguir o que é o dom de cura e o sacramento da unção dos enfermos. O primeiro pode ser extensivo a todos os cristãos, o segundo, aos sacerdotes. O primeiro trata-se de ação extraordinária da graça, o segundo, sacramental e, por isso, ação ordinária.

Leitor 3: Estes sinais, todavia, que acompanham a pregação do Evangelho, são chamados por São Gregório Magno, “milagres da obediência” pois o anúncio trata de um verdadeiro mandamento de Nosso Senhor.

Leitor 1: Peçamos a Nossa Senhora, Mãe e Mestra, que nos conserve sempre obedientes ao Seu Divino Filho e à Santa Igreja

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