Notas de rodapé

Informativo Apostolado Educacional Católico
 
Franco da Rocha | Edição 09 | Jan - Mar /2021 | Associação Bento XVI

Título da Matéria: Reforma ou Revolução?
O impacto do protestantismo na educação

Pe. Alexandre L. Alessio, CR

[1]  Vários autores questionam o termo “reforma” para referir-se ao “movimento protestante”. Define muito melhor a sucessão dos eventos dali derivados o termo “revolução” pois tratou-se, como se verá no âmbito da educação, muito mais de uma subversão da ordem estabelecida do que sua renovação. BELLO. Rui de Ayres. Pequena História da Educação. Liceu-Cedet: Campinhas, 2020. p. 185. Cf RIBOULET. Louis. História da Pedagogia. Vol. II. Liceu-Cedet: Campinhas, 2020. p. 191ss. SAÉNZ. Alfredo. História da Santa Igreja. Tomo II. CDB: Rio de Janeiro, 2020. p. 359ss. NUNES. R. A. da Costa. História da Educação no Renascimento. Ecclesiae: Campinas, 2018. pp.135ss. E outros como ROPS. Daniel que fazendo uso convencional do termo reforma, todavia a descreve como uma verdadeira revolução. A Igreja da Renascença e da Reforma (I). Quadrante: São Paulo, 1984.

[2]  Universal, pois se aplica a todos os particulares. Abstrato, pois foi abstraído, captado pela nossa inteligência.

 

[3]  Isso porque a inteligência passa a parecer enganosa. O que em si já é contraditório, pois essa conclusão foi tirada pela inteligência.

 

[4]  Cf FRANCA, SJ. Pe. Leonel. A Igreja, a Reforma e a Civilização. Livro II. A Reforma Protestante. O autor traz a biografia de vários dos reformadores começando por Martinho Lutero.

 

[5]  Estudo das línguas e textos clássicos, especialmente em latim e grego, como fim em si mesmos; o que se tornava muita das vezes algo árido e mecânico.

 

[6]  O tratado pedagógico mais completo e significativo do período pós-tridentino é Da Educação Cristã dos Filhos (1584) do Cardeal Silvio Antoniano, sob demanda de São Carlos Borromeu.

Colaborou com o parágrafo sobre o "surto nominalista" Jonata Godoi a quem agradeço de coração e indico seus cursos e lives nas redes sociais