[1] Serão utilizados como fontes: CONCÍLIO VATICANO II. Declaração Gravissimum Educationis (GE). Roma: 1965. E os Documentos pós-conciliares emitidos pela SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA EDUCAÇÃO CATÓLICA (SCEC). A Escola Católica (EC). Roma: 1977; O leigo católico testemunha de fé na escola (O leigo católico). Roma: 1982; Dimensão Religiosa da Educação na Escola Católica (DR). Roma: 1988. Todos disponíveis em www.vatican.va.

[2] O leigo católico, nº 18.

[3] EC, nº 35.62.

[4] DR, nº 55.

[5] Ibid, nº 75.

[6] GE, nº 2.

[7] DR, nº 100.

[8] DR, nº 62; O leigo católico, nº 47..

[9] DR, nº 68-69.

[10] DR, nº 42.

[11] DR, nº 47.

[12] “A finalidade do apostolado educacional é o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Este objetivo realiza-se pela formação do intelecto e do devido juízo, para levar as pessoas a Deus, que é a fonte de toda sabedoria e conhecimento. (...) No apostolado educacional (...) devem reunir os valores intelectuais e espirituais”. CONGREGAÇÃO DA RESSURREIÇÃO. Constituições. Art 201. Roma: 2001.

[13] O leigo católico, nº 16.

[14] EC, nº 4.

[15] “A atribuição das diversas responsabilidades é regulada pelo princípio de subsidiariedade, pelo qual a autoridade eclesiástica respeita em particular as competências profissionais próprias do ensino e da educação”. EC, nº 70.

[16] CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO. Do múnus de ensinar da Igreja. Livro III, título III, Cân. 806, § 2. Roma: 1983.

[17] Ibid, n° 6.

[18] Ibid, n° 11.

[19] Ibid, n° 12.

[20] Ibid, n° 26.

[21] Ibid, n° 29.

[22] Ibid, n° 31.

[23] Ibid, n° 49.

[24] “No quadro da vida escolar merece um aceno especial o trabalho intelectual do aluno. Este trabalho não se deve separar da vida cristã, entendida como adesão ao amor de Deus e cumprimento da sua vontade. A luz da fé cristã estimula a vontade de conhecer o universo criado por Deus. Acende o amor à verdade, que exclui a superficialidade no aprender e no julgar. Faz reviver o sentido crítico, que rejeita a aceitação ingénua de muitas afirmações. Orienta na ordem, no método, na precisão, sinais duma mente bem estruturada, que trabalha com sentido de responsabilidade. Sustenta o sacrifício e a perseverança, exigidos pelo trabalho intelectual. Nas horas de fadiga, o estudante cristão recorda a lei do Gênesis (Gn 3, 19: “Comerás o pão com o suor do teu rosto”) e o convite do Senhor (Lc 9, 23: “... tome a sua cruz cada dia”).” DR, nº 47.

[25] MUSTAL. L. CR. Il Problema dela Pedagogia CR. Roma: Archivum Generale, 1959.

[26] DR, nº 25.

[27] “O professor convida os alunos a examinar a própria consciência. Quem pode dizer-se verdadeiramente sem culpa? (cf  Jo 8,7). Deste modo eles adquirem o sentido do pecado: o grande da humanidade e o pessoal, que cada um descobre em si mesmo. Pecado que é afastamento de Deus, rejeição da mensagem de Cristo, transgressão da sua lei de amor, traição da consciência, abuso do dom da liberdade, ofensa aos outros filhos de Deus, ferida na Igreja da qual somos membros”. DR, nº 92.

[28] DR, nº 51.

[29] EC, nº 70.

[30] CONGREGAÇÃO DA RESSURREIÇÃO. Esperimenti Pedagogici. Annali Risurresionisti. Anno I.  Roma: Archivum Generale, 1900.

[31] CONGREGAÇÃO DA RESSURREIÇÃO. Op. cit.. Art 203. Roma.

Notas de rodapé matéria Pe. Alexandre L. Alessio, CR

Título da Matéria:

A diferença da educação católica - Sabedoria, ascese e graça