Pastoral da Acolhida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coordenação: Luiz

 

Reuniões: 4º domingo do mês e conforme a necessidade

 

O Senhor, Filho único de Deus, veio ao mundo para servir e não para ser servido. Lavou os pés dos seus discípulos para dar-nos o exemplo. Ele nos deixou o mandamento de amar assim como Ele nos amou, entregando sua vida por nós.



A pastoral está para o serviço, para aproximar os seus membros de Cristo e para aumentar o rebanho do Senhor. Uma pastoral não existe para aumentar a burocracia na Igreja, mas para tentar fazer aumentar a família de Deus.



A Pastoral da Acolhida parte da seguinte certeza: “quem vos recebe a mim recebe; quem vos rejeita a mim rejeita”. A pastoral da acolhida deve dar um clima de família para nossas paróquias; ela conseguirá isso se realmente os seus membros se preocuparem pelos que vêm à Igreja. É preciso saber escutar, saber ter iniciativa, conseguir ver os detalhes, conseguir se antecipar às necessidades do outro.



 

Os membros da pastoral da acolhida devem se esforçar por ter a caridade de Cristo, a atenção de Maria, o espírito de serviço dos santos. Isso será alcançado na medida em que eles se aproximarem mais ao Senhor, na oração sincera, na devoção verdadeira à Santa Eucaristia, na confiança absoluta na graça de Deus. A pastoral da acolhida deve ter a certeza de que somos acolhidos por Deus e por isso podemos ser seus instrumentos.

A pastoral da acolhida deve ser uma referencia de amizade aos que vêm à Igreja. Deve buscar conhecer as pessoas, respeitá-las nas suas limitações, se apresentar sempre como disponível a ajudar. Deve ser a voz da Igreja mais próxima das pessoas, com suas necessidades reais.

 

Tarefas concretas:

 

  • Chegar bem antes da Missa para rezar pelos que virão na celebração, e pedir a Deus que possam ser a voz e os braços da Igreja a todos os que se reunirem para a celebração;

 

  • Acolher a todos com alegria, com amizade e simpatia. Nunca criticar a alguém por ter ficado algum tempo sem aparecer na Igreja, mas acolher a todos com o Pai acolheu o Filho pródigo no seu retorno a casa;

 

  • Buscar conhecer aqueles que vieram pela primeira vez na Igreja; comunicar ao grupo de liturgia para que possam ser acolhidos pelo sacerdote e por toda a comunidade no final da Missa;

 

  • Ter especial atenção aos idosos, aos enfermos, às grávidas, providenciando um lugar adequado a essas pessoas e a todos os que possuem uma especial necessidade;

 

  • Ter especial atenção pelas crianças, para que não interrompam desnecessariamente a Celebração, educando-as e demonstrando o amor especial de Cristo pelas crianças;

 

  • Estar atento se entrar alguma pessoa bêbada ou com algum descontrole psicológico na Santa Missa. Jamais permitir que esses se aproximem do altar, onde o Senhor Jesus se entrega por todos;

 

  • Ser um contato com as pessoas que queiram fazer algum encontro ou retiro espiritual. Em ocasiões, saber oferecer essas possibilidades aos fiéis, especialmente aos jovens;

 

  • Ser o ponto de contato entre as pessoas que desejam uma visita do sacerdote e esse. Muitos precisam da visita do sacerdote e, às vezes, têm vergonha de pedir, ou não encontram a possibilidade de comunicar ao sacerdote;

 

  •  Não permitir que alguns fiquem conversando fora da Igreja durante a celebração. Indicar a essas pessoas que se desejam conversar poderão fazê-lo em qualquer lugar em que não prejudicam o culto cristão. Ter compreensão e firmeza sempre;

 

  •  Ajudar a que todos participem bem na Celebração, com o bom exemplo, com a atenção voltada para o Senhor e para as necessidades do próximo;

 

  •  No final da Santa Missa, agradecer ao Senhor pelo trabalho realizado e pedir a Ele que continue sendo exemplo de serviço aos fiéis durante toda a semana.

Os que desejam servir a comunidade nesta pastoral, podem se apresentar para um dos membros durante as nossas celebrações ou mesmo deixar seu nome e contato na secretaria paroquial para que possamos entrar em contato.